Dicas de manutenção para tratores e máquinas agrícolas

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Crédito imagem: divulgação

O agro não pode parar.

Heliar aponta principais causas que levam a falhas nas baterias das máquinas agrícolas.

De acordo com o Núcleo Econômico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o setor de agronegócio cresceu 24,3% somente em 2020. Os agricultores produzem cada vez mais. Para suprir comida e insumos para milhares de pessoas diariamente, o agricultor precisa garantir que as máquinas estejam em perfeito funcionamento.

Por isso, é importante inspecionar colheitadeiras, equipamentos de cultivo, plantadeiras e pulverizadores, observando a moldura e a estrutura para ver se há soldas quebradas ou algo que precisa ser consertado. Também vale checar se as rodas de fechamento da plantadeira estão desalinhadas, se há algum ponto de desgaste no equipamento, se existem parafusos soltos e se há necessidade de lubrificação. Outro ponto de atenção são as baterias.

“As máquinas agrícolas modernas são equipadas com uma série de equipamentos eletrônicos, monitores, computadores e sistemas automatizados. Essas melhorias as tornaram mais eficientes e produtivas e mudaram o papel da bateria de dispositivo de partida básico para componente de energia vital de todo o sistema elétrico”, explica Rodrigo A. Domingues, da Clarios.

Para que a bateria esteja apta a fornecer a energia necessária aos equipamentos agrícolas é preciso conhecer as principais causas que levam a falha do componente: sobrecarga, subcarga, falhas de conexões e falta de manutenção adequada.

Outro ponto a ser observado é o estado dos componentes periféricos como alternador, motor de partida e sistemas elétricos em geral. Esses itens podem afetar diretamente a vida útil das baterias devido ao impacto direto exercido sobre a mesma.

Um alternador defeituoso pode ocasionar excesso ou falta de carga na bateria, o que leva à sobrecarga ou à subcarga. O motor de partida com problemas pode exigir mais do que a bateria foi projetada para atender e isso resultará na diminuição da vida útil do produto. Cabos e conexões são as vias de acesso à energia elétrica que entra e sai da bateria e qualquer componente do veículo que venha apresentar problemas pode afetar diretamente a bateria.

A sobrecarga pode ser causada de duas formas:

Excesso de tensão – Na maioria das vezes, é ocasionado por problemas no regulador do alternador que entra em colapso e permite que a carga seja maior do que a projetada para o veículo.

Excesso de corrente – Se dá devido ao desbalanceamento elétrico provocado por excesso de componentes instalados (GPS, implementos, validadores, entre outros), que, em sua maioria, não estavam previstos no projeto elétrico inicial. Como consequência pode ocorrer a descarga em descanso.

Isso é conhecido no campo como “corrente de fuga” e nessa situação há consumo de energia da bateria mesmo com o motor à combustão desligado, ou seja, sem receber a carga do alternador. Esse processo de carga e descarga diário faz com que a bateria seja aquecida além do esperado, ocasionando a sobrecarga por corrente elétrica.

A subcarga ocorre quando a bateria deixa de receber energia. Pode ser causada por problemas no alternador como circuito aberto ou, até mesmo, falha mecânica de correia ou no sistema do motor a combustão. Também pode ser ocasionada por baixa utilização do veículo (períodos de entressafra). Nesse caso, o indicado é que a bateria seja retirada do veículo e recarregada em equipamento adequado.

Rodrigo A. Domingues, da Clarios, salienta que a fixação da bateria e dos cabos de energia também são pontos importantes a serem observados. Baterias com má fixação ou soltas podem ser danificadas internamente devido à vibração do veículo, tendo, portanto, sua vida útil reduzida ou até mesmo favorecendo a ocorrência de curto-circuito, o que ocasionará a perda imediata do produto. Conexões soltas ou danificadas geram dificuldade na passagem da corrente elétrica e exigem mais do produto para realizar o mesmo trabalho, gerando aquecimento desnecessário ao componente.

Para prolongar a vida do componente, a Clarios, fabricante das baterias Heliar, recomenda uma manutenção adequada. Cuidados simples como verificar o nível de água periodicamente, fazer a limpeza dos terminais e dos orifícios de respiro e verificar o funcionamento elétrico podem evitar paradas desnecessárias durante a safra.

Manter a bateria carregada, mesmo nos períodos em que o implemento agrícola está parado, é de extrema importância. Baterias que permanecem por muito tempo em estado de baixa carga entram em um processo conhecido como sulfatação, que no campo é chamado de “placa dura” ou “vidrificada”. Com isso, a bateria perde a capacidade de armazenar energia e não irá segurar carga, demandando a substituição.

(Fonte: Assessoria de imprensa)

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